domingo, 16 de novembro de 2014

G20 apoia iniciativas sobre Liberdade Religiosa e Negócios

Impulso emocionante para a Liberdade Religiosa e Negócios no G20, Fórum Econômico Mundial e na ONU 
Carta do Presidente da Fundação Liberdade Religiosa e Negócios, Brian Grim: 
Caros amigos e colegas: 
"Emocionante" não é uma expressão geralmente associada com a liberdade religiosa. No entanto, o mais emocionante é o que  descreve a resposta das principais organizações internacionais e empresas, governo e líderes religiosos que têm entendido que a liberdade religiosa é boa para os negócios. As empresas desempenham um papel fundamental no apoio à compreensão inter-religiosa, à paz mundial e à liberdade religiosa.
É claro que muito trabalho precisa ser feito, mas este novo impulso sugere que a empresa responsável tem o poder não só para criar um futuro global das economias inovadoras e sustentáveis, mas também um futuro onde a liberdade e a diversidade religiosa sejam respeitadas.

Por favor, se juntar a mim nesta jornada incrível descrito abaixo. E, se você puder se junte a mim na ONU em Nova York em 10 de dezembro, onde eu vou dar mais uma atualização!

Brian Grim - Presidente
Religious Liberty & Business Foundation

Continua o líder da Fundação Liberdade Religiosa e Negócios:

Atualmente, estou em uma turnê por quatro cidades na Australia realizando discursos onde apresento a tese de que a liberdade religiosa é boa para os negócios. Estou participando de um conjunto de ações que ocorrem simultaneamente com as reuniões dos G20 em Brisbane, onde líderes mundiais estão discutindo novas abordagens para garantir o crescimento econômico sustentado nos próximos anos para tirar as pessoas da pobreza.

Na rádio nacional e local australiana estive discutindo como a liberdade religiosa é um componente essencial do crescimento econômico sustentável, porque quando os cidadãos de todas as religiões são membros ativos de uma sociedade e têm a sua fé respeitada, são mais inovadores e a motivação dessas pessoas aumenta exponencialmente.

Recentemente, como parte da série "conversas importantes", eu apresentei o que postei no meu blog, para o Fórum Econômico Mundial, que o investimento nos negócios que leva em consideração as situações de grupos religiosos perseguidos, como os cristãos no Oriente Médio ou Dalits no Nepal e Paquistão , não só capacita esses grupos marginalizados, mas também remove o espaço que de outra forma poderia ser controlado por movimentos terroristas, como o ISIS, por exemplo.

Logo mais, na segunda-feira, eu vou estar falando na reunião de Interfé, para os G20, em Cimeira, grupo que reúne algumas das melhores mentes de todo o mundo. Lá abordaremos como matérias da fé na criação de economias podem ser sustentáveis e éticas. Este evento inaugural tem como objetivo acompanhar anualmente os líderes do G20 em suas reuniões. A próxima cúpula do G20 se reunirá na Turquia, em 2015.

Mais tarde, na próxima semana, eu vou falar perante o Encontro Curadores da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Austrália (CEDA), em seguida, para alunos e professores em Notre Dame Law School (Sydney) e perante o curso de Direito da Universidade de Adelaide.

Em cada uma dessas reuniões terei a oportunidade de apresentar a pesquisa empírica mostrando que a liberdade de religião ou crença, quando protegida pelos governos e respeitada pelos cidadãos, não só resulta em menos conflito e violência, mas também em melhores resultados sociais e econômicos, incluindo uma vida melhor para mulheres. O resultado disso é que o respeito profissional e a promoção da compreensão inter-religiosa paga dividendos em paz e estabilidade, bem como proporciona outros benefícios não menos importantes.

Mais algumas boas notícias:

O fundador e diretor-executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, convidou os membros do "Conselho sobre o Papel da Fé", do qual sou um membro e o conselheiro, Chris Seiple, seu presidente - para participar de um jantar privado, em Dubai, com o ex-primeiro-ministro britânico Gordon Brown. Também participaram o ex-presidente de Gana, John Kufuor, ex-presidente da Associação Americana de Advogados, Laurel Bellows, o cardeal católico John Onaiyekan da Nigéria, bem como o presidente e fundador do Sojourner, Jim Wallis.

O bilionário brasileiro e novo membro do Fórum Econômico Mundial, do conselho religião, Carlos W. Martins, estava tão inspirado pela conexão entre a liberdade religiosa e negócios, que produziu um pequeno vídeo para dizer ao mundo sobre a importância dessa conexão.

Esses eventos fizeram parte do 3º dia de reunião do Conselho da Agenda Global, onde o papel da religião e sua relação com os negócios foi amplamente discutido, visando desenvolver um conjunto de ferramentas que irão ajudar as empresas a descobrirem que a relação entre religião negócios é boa paraa economia. Grande parte do trabalho da Fundação Liberdade Religiosa & Negócios pode contribuir diretamente para realizar esta missão emocionante.

Ainda outra boa notícia:


Brian Grim e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon se reunem para tratar de Negócios das Nações e a Paz Mundial, na ONU, em Nova York

Realizei ainda uma série de eventos em parceria com o Pacto Global das Nações Unidas para a iniciativa de paz, incluindo uma reunião global através da internet (webnar) e a publicação lançada juntamente com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, onde apontarei as ONG's que tratam das questões de liberdade de religião ou crença, para a formação de uma comissão sobre estas e outras iniciativas da Fundação Liberdade Religiosa & Negócios nas Nações Unidas, em Nova Iorque, em 10 de dezembro, às 14:00 em 866 UN Plaza (Suite 120).

Contatos:

Michael De Dora
Presidente www.unfrb.org
Comitê de ONGs sobre a Liberdade de Religião ou Crença
Email: unforb@gmail.com

Participe da
Milan Expo 2015: Alimentos | Fé | Negócios | Liberdade

Participe dessa iniciativa:
Rio 2016 Liberdade Religiosa & Prêmios Olímpicos

Fonte: http://religiousfreedomandbusiness.org/


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